quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

O nascimento dos primeiros dentinhos e a importância da consulta odontológica!

Queria começar este post com uma imagem que retratasse a cronologia do nascimento dos dentes de leite. Acontece que o google me lançou milhares de imagens que não chegam a um consenso sobre idade, apenas sobre qual a ordem de nascimento dos dentinhos. Eu acho que é porque não existe uma idade certa mesmo, a maioria das crianças pode ter o primeiro dente nascendo aos 8 meses, ao mesmo tempo que existem casos de bebês com dentes aos 2 meses ou até que já nascem com dentes (http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2015/01/em-caso-raro-bebe-nasce-com-dente-formado-em-santa-maria.html).
Vejamos esse gráfico (desconsiderando a idade):
Fonte: http://rubialesodontologia.blogspot.com.br/
No Davi, os primeiros dentes a nascer, foram os dentinhos que aparecem em vermelho na imagem, mais especificamente, os dois de baixo e aos 9 meses. Depois foram gradualmente pipocando os demais, uns incomodando mais, outros menos, até que hoje, com quase 2 anos de idade, faltam rasgar por completo apenas os quatro molares, que estão em roxo na imagem.

Os primeiros dentinhos nascendo!
Os primeiros dentinhos nascendo!

O nascimento dos primeiros dentinhos

Não lembro quais dentes me deram mais dor de cabeça (já passei por tantas fases nebulosas ao longo da maternidade, que as vezes é fácil confundir nascimento de dente com salto de crescimento e coisas do tipo que fazem os bebês darem mais trabalho para os seus papais, risos), mas quando isso aconteceu eu usei a famosa Camomilina C e Paracetamol bebê, tudo com a devida indicação da peditra, é claro. A Camomilina é cara e para o Davi não funcionou nada...O Paracetamol dava uma aliviada momentânea, mas nada milagroso. O que realmente ajudou foi o Nenê Dent, que pode ser comprado em gel ou solução e você aplica diretamente na gengiva da criança. Tem gente que fala mal do produto, mas a pediatra autorizou e eu usei. Recomendo a versão em gel, pois você consegue passar com mais facilidade e sem exagerar na dose do produto.

Após o nascimento do primeiro dentinho de leite, você deve providenciar imediatamente uma escova de dente (apropriada para a idade dele), uma pasta de dente sem fluor e escovar pelo menos duas vezes ao dia aquele bendito dentinho. A consulta com o odontopediatra é importantíssima nessa fase, para verificar se os dentes estão nascendo direitinho e para você aprender a fazer a escovação correta, sem machucar e fazendo a limpeza adequada.

Logo que nasceram os dentinhos do baby, eu o levei em algumas consultas com a minha dentista, que é amiga da família, mas não é odontopediatra. Ela me deu vários conselhos muito úteis, mas a minha maior preocupação era com o fato do Davi até hoje (com quase 2 anos) dormir mamando e tomar mamadeira na madrugada. A mamadeira noturna sem a escovação causa a temida cárie de mamadeira. Então semana passada finalmente o levei em uma consulta com uma odontopediatra e foi ótimo! Ela me deu mil explicações sobre os alimentos que ele deve e não deve consumir, ensinou a escovação correta, a quantidade de pasta de dente (que deve ser do tamanho de um grão de arroz) e avaliou os dentes dele (que não têm cáries, graças a Deus). Um fato importante é que ele foi liberado (mesmo com menos de 2 anos) a usar pasta de dente com flúor, por causa da mamadeira noturna, para ter uma maior proteção. Eu não sei a partir de que idade isso é permitido nesses casos específicos, por isso foi muito bom ter uma avaliação de uma dentista que trabalha somente com crianças.
Cuidando e prevenindo desde cedo, menos dor de cabeça e filhos mais felizes teremos mais tarde!
Beijos,
Elis

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Remédio milagroso que melhora o sono do bebê!

O grande desafio da maternidade para mim foi o sono do Davi... Ele é uma criança maravilhosa, esperta, come de tudo, sabe se comportar, sabe dividir as coisas, claro que faz birra e coisas do tipo, mas nada diferente do que todas as outras crianças da idade dele... Agora o sono, sempre foi um problema! Ele sempre foi difícil para dormir, tirava sonecas curtas e acordava milhares de vezes à noite. Eu tentei de tudo para melhorar isso: rotina rígida, banhos com chá de camomila, homeopatia, simpatia, tudo que eu lia ou me falavam que funcionava, eu fazia! Claro que é super normal bebês não dormirem a noite inteira, mas o Davi já estava passando dos 18 meses de idade e acordando de hora em hora... E eu tinha certeza absoluta que não era fome, pois ele se alimentava muito bem durante o dia e mamava uma mamadeira de 300 ml antes de dormir... Era um misto de hábito e de ansiedade... Sempre reparei que ele é bastante ansioso, e não teria como ser diferente, pois eu sou um poço de ansiedade e passo tudo isso pra ele (sem contar a gravidez que foi uma tensão total né!). Pois bem, após muitas conversas com a pediatra dele, ela finalmente me receitou um remédio que transformou nossas vidas: Sintocalmy. É um medicamento fitoterápico feito com a flor do maracujá (passiflora incarnata). Na caixa do remédio diz que não é indicado para menores de 12 anos, mas a pediatra do Davi disse que não tinha problema ele tomar (ela me explicou o porquê, mas eu realmente não lembro o motivo, fiquei tão empolgada com a possibilidade de uma luz no fim do túnel que deletei o resto da história, risos...)
melhorar o sono do bebe

Dormindo a noite toda 

Com 1 ano e 7 meses ele começou a tomar este bendito remedinho (Sintocalmy) duas vezes ao dia e em questão de duas semanas o sono dele melhorou muito! As sonecas da tarde começaram a manter um bom padrão de tempo, ele passou a pegar no sono mais rápido à noite e o sono noturno passou a fechar 6 horas ininterruptas (depois disso ele resmunga até ganhar a mamadeira e volta a dormir novamente sem dificuldades). Sei que existem bebês menores que o Davi que dormem muito melhor que isso, mas esta nunca foi a nossa realidade e o remédio melhorou absurdamente a nossa vida! Também reparei que com a melhora na qualidade do sono somado ao uso do remédio para ansiedade, ele se tornou uma criança muito calma e que chora muito pouco, e também tem tido grandes saltos no desenvolvimento. Antes de tomar o medicamento ele vivia irritado e chorava bastante, principalmente para dormir. Foi um divisor de águas na nossa vida!

Se o seu filho sofre do mesmo problema que o Davi, converse com o pediatra sobre a possibilidade do uso deste santo remedinho! Nunca automedique o seu filho, você deve verificar com o médico sobre a idade adequada para o início do uso deste medicamento (O davi já tinha 17 meses quando iniciou o tratamento) e se o seu filho não é alérgico a algum componente do mesmo!
Beijos,
Elis

terça-feira, 1 de novembro de 2016

5 dicas para manter a sanidade mental quando você tem uma gravidez de risco

Só quem já passou por uma gravidez de risco sabe o turbilhão de emoções que se pode sentir, o medo absurdo de perder aquele ser que a gente nem conhece ainda, mas já ama mais que tudo, e os dias que teimam em se arrastar para passar... Eu tive que fazer repouso (alternando do absoluto para o relativo) das 18 às 34 semanas (quando ele nasceu) e tenho essa época como uma vitória pessoal, pois sou uma pessoa mega ativa e consegui sobreviver trancafiada em casa sem enlouquecer por todo esse tempo...E pior, faria tudo isso novamente, pois ainda pretendo ter mais um filho (mas se Deus quiser na próxima gestação as circunstâncias serão diferentes)!

Então, sendo eu uma expert no assunto, vou listar 5 dicas para manter a sua sanidade mental se você também se encontra numa situação de obrigação de repouso para que o seu bebê continue firme e forte dentro da sua barriga :)

gravidez de risco

1 -  Respeite as orientações médicas: Se o seu médico orientou repouso (absoluto/relativo), esqueça tudo e trate de fazer repouso. Peça ajuda, delegue as tarefas e descanse. O tédio vai bater com certeza, mas pense que ver seu filho nascendo com saúde no tempo certo compensa qualquer sacrifício.

2 - Leia livros/revistas/etc., assista filmes, jogue video game, faça trabalhos manuais, navegue na internet. Tente sempre manter sua cabeça ocupada!

3 - Tenha alguém por perto para fazer companhia, seja marido, mãe, sogra, irmã(o), amiga(o) ou até mesmo seu bichinho de estimação.

4 - Não pesquise sobre o seu problema na internet. Você só vai achar tragédia e ficar mais nervosa/ansiosa ainda. Se tem dúvidas, fale com seu médico ou consulte a opinião de outros médicos.

5 - Entre em algum fórum de mães com o mesmo problema que você. É muito bom poder desabafar com alguém que está passando pelos mesmos anseios que a gente.

Não parece, mas o tempo voa! Mantenha sempre a calma e pense positivo!
Beijocas,
Elis

domingo, 30 de outubro de 2016

Bebês devem consultar com oftalmologista?

Bebês devem consultar com oftalmologista?

Antigamente os pais só descobriam que as crianças tinham problemas de visão quando elas apresentavam problemas de alfabetização na escola, pois a maioria dos pediatras não recomendavam consultas anuais com oftalmologistas sem que a criança apresentasse um problema aparente. Atualmente é de praxe a recomendação de que o bebê tenha sua primeira avaliação oftalmológica logo após o nascimento, com o famoso teste do olhinho (esse link é bem explicativo: https://www.sbp.com.br/campanhas/em-andamento/teste-do-olhinho/), depois com 6 meses de idade e daí por diante anualmente, se não tiver nenhum problema.

Quando o Davi tinha uns 6 meses e foi na primeira consulta com a oftalmopediatra, ela apenas me disse que estava tudo perfeito com a visão dele e que eu não precisava me preocupar com nada. No entanto, um ano depois, na segunda consulta de revisão, após avaliá-lo, ela me disse: "está tudo ótimo com ele, o grau continua o mesmo!" Levei um susto e quis saber o que seria essa história de grau, pois quem tem grau, tem problemas na visão! Ela me explicou que normalmente os bebês tem um grau leve de hipermetropia, e que com o passar do tempo, com o desenvolvimento do olho do bebê, o grau tende a desaparecer. Também me contou que o seu filho, que hoje tem 14 anos, quando bebê não tinha quase nada do tal grau e que, hoje em dia, tem um grau severo de miopia!

Então, não deixe de realizar o teste do olhinho quando seu filho for recém-nascido e nem de levá-lo aos 6 meses e anualmente no oftalmologista! A prevenção é o melhor remédio!
Beijos,
Elis

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Ideias para criar um cantinho da leitura no quarto do bebê!

Incentivar o seu filho a ter o hábito da leitura é extremamente importante e quanto mais cedo você fizer isso melhor, pois a leitura estimula o desenvolvimento dos bebês. O Davi demorou para curtir mesmos os livrinhos, mas eu sempre insisti e a partir de 1 aninho ele começou a dar mais atenção a eles. Opte sempre por livros com folhas duras e figuras grandes, se tiver sons melhor ainda. Em breve farei um post com dicas dos livros que fizeram (e fazem) sucesso aqui em casa. Neste post vou reunir algumas ideias que busquei no pinterest, como inspiração para fazer no quarto do Davi.

cantinho da leitura no quarto do bebê!
cantinho da leitura no quarto do bebê!

cantinho da leitura no quarto do bebê!

cantinho da leitura no quarto do bebê!

cantinho da leitura no quarto do bebê!

cantinho da leitura no quarto do bebê!

cantinho da leitura no quarto do bebê!

Entre ideias mais sofisticadas e outras mais simples, a estrutura é a mesma: prateleiras em uma altura que seja de fácil acesso para o bebê, puffs/poltronas/caminha/etc para ele e quem estiver lendo para ele poderem ficar confortáveis e uma decoração lúdica para chamar atenção para aquele cantinho! É sucesso na certa! Aqui em casa apenas instalamos as prateleiras e colocamos os livrinhos, pois estamos com problemas de espaço, mas em breve quero aprimorar este espaço e aí posto as fotinhos aqui!

Atualização: Finalmente consegui montar o sonhado cantinho de leitura no quartinho do Davi, na verdade fiz dois cantinhos, seguem as fotos:
 Neste espaço quero futuramente colocar também os livrinhos de colorir (quando ele chegar nesta fase), pois é um cantinho de atividades.
Já neste espaço ficarão os livrinhos para ler antes de dormir. Por enquanto estão todos juntos e misturados, pois ele normalmente dorme mamando!
Beijocas,
Elis

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

10 verdades sobre o pós-parto que ninguém conta!

Quando eu engravidei, por se tratar de uma gestação de risco, o assunto que eu menos me preocupava era com o pós-parto. E eu acredito que, mesmo as mães que têm gestações tranquilas, também se importam muito pouco em saber em como é o período pós-parto. E por essa razão é que ninguém conta o que se passa nesse período meio caótico das nossas vidas. Algumas coisas eu já sabia que aconteceriam, outras me deixaram um pouco surpresa... Vamos a elas:



1. Sangramento

Logo após o parto, seja ele normal ou cesáreo, a gente sangra muito! E esse foi um fato que me chocou, porque eu não sabia que poderia sangrar tanto daquele jeito e não morrer (risos). Nos dois primeiros dias do pós parto eu tive que usar um absorvente meio fralda que o hospital cedia, depois por mais uns cinco dias usei absorvente noturno, pois o fluxo continua intenso, mas não há ponto de precisar daquela fralda horrorosa. Nos restantes, utilizei absorvente normal. Lembrando que o meu sangramento durou em torno de 30 dias.

2. Mudanças no corpo

Horas após o nascimento do Davi, como tive parto normal, já pude tomar banho tranquilamente, e fui curiosamente analisar a situação da minha barriga... Não recomendo que façam isso, pensem numa bola murcha e caída... É a visão do inferno (risos)! Mas em 7 dias minha barriga já estava firme e já tinha diminuído bastante de tamanho. Outra alteração que me chamou a atenção foram os seios que ficam bastante inchados e as olheiras que surgem antes mesmo das noites em claro (acho que em decorrência do sangramento pós-parto)! Por fim, os pés incham muito nos dias seguintes ao parto, em função da água acumulada no corpo durante a gestação.

3. Descida do leite

A gente pensa que o bebê nasce e tchan! O leite aparece lá no peito em abundância pro bebê se fartar! Tirando algumas exceções (conheci uma mãe na UTI neonatal que mal tinha parido e em 10 minutos enchia duas garrafinhas de leite para darem para a filha!), o leite não desce fácil assim não! Primeiro vem o colostro que é ralo e em pouca quantidade (mas extremamente necessário para o recém nascido), e após muita insistência, oferecendo com frequência o seio para o bebê, é que a quantidade de leite vai aumentando.

4. Esforço para fazer o bebê mamar

Normalmente, quando o bebê é recém nascido, ele dorme muito e não sabe fazer a pega correta. Não é algo do tipo tá com fome vai lá no peito e suga a quantia suficiente para satisfazê-lo. Temos que aprender a ensiná-lo a fazer a pega correta e com frequência cutucá-lo ou tirar peças de roupa para que ele se mantenha acordado e mame o necessário.

5. Baby blues

Na semana seguinte ao nascimento do Davi entrei numa "bad" terrível, me bateu uma tristeza, uma melancolia e isso é mais normal de acontecer do que a gente pode imaginar. Já falei mais sobre este assunto neste post aqui: É normal ficar triste depois que o bebê nasce?

6. Fortes cólicas durante a amamentação

Nas primeiras semanas após o parto, toda vez que você amamenta sente cólicas (as minhas eram iguais as da menstruação, mas mais fortes), pois é o momento em que o útero vai diminuindo, voltando ao seu tamanho original. Eu senti bastante isso na primeira semana, depois nem notei mais. Ah, no meu caso, no momento em que sentia as cólicas, o fluxo do sangramento aumentava um pouquinho.


7. Necessidades fisiológicas

Ir ao banheiro pela primeira vez após um parto normal é bem angustiante. Não digo nem fazer o número dois, urinar mesmo já dá um certo pavor. Eu não sei se foi em função do parto ou da minha cabeça mesmo, mas eu fiquei várias horas sem ter vontade de urinar. Meu parto foi às 18h de uma segunda e eu só fui urinar lá pela manhã do dia seguinte. É uma sensação estranha, mas nada demais, não senti dor, só um desconforto por causa dos pontos da episiotomia. Já o número dois, tão temido (risos), tanto na cesárea, quanto no parto normal, normalmente o intestino da mulher demora um pouco para funcionar depois do parto. Geralmente os médicos prescrevem remédios fitoterápicos e a dieta do hospital também ajuda a resolver o problema. Eu demorei uns dias para por o intestino para funcionar, mas funcionou tudo ok e sem dor também. Só para esclarecer que o normal é não sentir dor ao fazer qualquer necessidade fisiológica após o parto normal, o único desconforto será por conta da episio. Se você sentir dor, deve consultar o seu médico para verificar se está tudo ok com o seu corpo.

8. Reações à anestesia

Eu tive um parto rápido e graças à Deus não precisei tomar anestesia. Somente tomei anestesia local na hora da episiotomia. Não tenho experiência para falar do assunto, mas já li casos de mulheres que tiveram tonturas, tremedeiras, frio intenso e coceira com a anestesia. O ideal é ler bastante e conversar com o seu médico antes a respeito do assunto, para não ficar assustada depois!

9. Perda de memória

Assim que o bebê nasce parece que você esquece de tudo que passou, das contrações, da dor, da tensão. Já conversei com muita gente a respeito disso e a maioria diz o mesmo, ninguém consegue lembrar da dor do parto depois do nascimento do bebê. Isso é claro, se você teve um parto tranquilo e sem qualquer tipo de violência obstétrica.

10. Sede excessiva ao amamentar

Vá se acostumando, é super normal sentir uma sede extrema na hora da amamentação. Eu me senti assim pelo menos até a introdução alimentar do Davi. A produção de leite depende de uma boa hidratação do corpo da mãe, por essa razão a sede. Tenha sempre uma garrafa ou copo d'água por perto na hora de amamentar.

Beijos,
Elis

terça-feira, 14 de junho de 2016

Diferenças entre os tipos de repouso na gravidez

Eu posso me considerar uma expert em matéria de repouso, pois como já comentei em outros posts, me vi nessa situação por 4 meses, migrando em alguns momentos do repouso relativo para o absoluto.

Repouso Relativo e Repouso absoluto na gravidez


Repouso Relativo

Este tipo de repouso envolve não caminhar longas distâncias, não subir escadas, não praticar relações sexuais, não carregar peso, evitar o uso de ônibus, não dirigir, evitar ficar muito tempo em pé, etc. Se por um lado este tipo de repouso é mais fácil de encarar, uma vez que quando o barrigão começa a pesar a gente quer é descanso mesmo, de outro lado, dependendo do seu tipo de trabalho, é bem difícil conseguir um afastamento pelo INSS por este motivo. Dependendo de quantas semanas de gestação você se encontra (principalmente se está no comecinho) vale a pena tentar argumentar com seu GO para conseguir um atestado de repouso absoluto ou conversar com seu chefe se há possibilidade de trabalhar em casa ou alterar suas funções.

Repouso Absoluto

Este tipo de repouso envolve permanecer deitada o tempo inteiro (de preferência do lado esquerdo, para não haver pressão na veia cava e haver melhor oxigenação para o bebê), apenas levantando-se para ir ao banheiro. Ou seja, o único esforço que você pode fazer é o mental (risos). Existem situações extremas que nem ir ao banheiro é permitido, mas nesses casos normalmente a gestante acaba permanecendo internada no hospital para maiores cuidados. ( dicas para manter a sanidade mental quando você tem uma gravidez de risco)

Na minha época de repouso eu muito escutei que era "invejada" por só ficar descansando, mas só quem passa por uma situação de risco de perda gestacional e se vê meses a fio trancada em casa sem ver a cor do sol sabe que não tem nada de bom numa situação dessas! Mas tudo passa, a gente aguenta e depois até esquece de tudo que passou!
Beijos,
Elis

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Dicas de alimentação para bebês de até 1 ano

Um dos assuntos que mais me preocupou até o 1 aninho do Davi foi a alimentação... Ele sempre ganhou muito peso a cada mês e, mesmo tendo nascido prematuro com 2,6 kg, rapidinho alcançou o sobrepeso. Então, desde que houve a introdução de papinhas na dieta dele, consultei até uma nutricionista para garantir que o ganho de peso dele continuasse saudável. Nesse post vou reunir algumas dicas que ganhei da nutri e da pediatra dele:

alimentação para bebês de até 1 ano



  1. Manter a AMAMENTAÇÃO ao peito, mesmo com a introdução alimentar. Claro que se você não pode ou não conseguiu amamentar seu bebê, desconsidere essa dica!
  2. ÁGUA: Sempre oferecer entre as refeições e mamadas.
  3. FRUTAS frescas, 2x ao dia, de preferência bem maduras e amassadinhas: banana, mamão, melão, maçã, pera, caqui, kiwi, abacate (se o bebê estiver muito gordinho ofereça com moderação esta última, pois é muito calórica!). Se preferir, você pode dar o suco da fruta, mas nesse caso há especialistas que afirmam que a fruta perde nutrientes e fibras quando se faz o suco. De qualquer forma, eu sempre só dei a fruta in natura, pois o Davi até hoje (com 1a4m) tem repugnância de suco!
  4. PAPA SALGADA: No mínimo dois legumes do grupo I (brocólis, espinafre, couve-flor, couve, etc.) e dois do grupo II (cenoura, manga, chuchu, abobrinha, beterraba, etc.), carboidratos (arroz, massa, batata, aipim, batata doce, etc.) e proteína (coxa ou sobrecoxa de frango 2x na semana, carne vermelha 3x e peixe 2x). Não esqueça de adicionar o feijão ou a lentilha, que você pode cozinhar e guardar numa forma de gelo no congelador. A cada dia descongele um cubinho e acrescente na papa (dica de ouro da pediatra do Davi!).


Procure sempre variar bastante os alimentos para estimular o paladar do bebê e ter menos chances de ele enjoar e recusar a comida!
Beijocas,
Elis

terça-feira, 31 de maio de 2016

Vamos falar sobre bronquiolite!

Davi no oxigênio, não é de cortar o coração?

Pois bem, como já relatei em outro post, até entrar na creche (com 1ano e 1 mês), o Davi nunca tinha ficado doente...Minto, teve uma gripe por reação à vacina da gripe aos 6 meses, mas sem maiores intercorrências...Então ele entrou para o maravilhoso (só que não) mundo das pestes e perebas da escolinha. Em três meses de creche, ficou três vezes doente e com uma tosse que nunca se curou por completo. Até que semana passada tomamos o maior susto de todos: a maldita bronquiolite!

Sintomas da bronquiolite

A evolução dessa doença é muito rápida e começa com um simples resfriado. Ele começou com uma febre baixa numa terça-feira, que desencadeou um gripão na quarta-feira. Na quinta-feira iniciou um chiado no peito. Como não consegui encaixe com a pediatra (nessa época do ano uma missão impossível, pois todas as crianças estão doentes!), levei ele na emergência de um hospital indicado por uma amiga, que segundo ela, tinha o atendimento mais rápido, pois era menos lotado. Essa foi a pior decisão que tomei. Lá, a médica mal examinou ele e apenas identificou um quadro de otite em um dos ouvidos, mas me deu certeza que os pulmões estavam limpos. Receitou antibiótico e mandou pra casa.

Emergência

Mas instinto de mãe não falha e eu tinha certeza que ele estava com bronquite, pois tinha o mesmo chiado e tosse que eu tive em minhas inúmeras crises de bronquite quando criança. Consegui um encaixe com a pediatra na sexta, mas como quando as coisas tem que dar errado, elas simplesmente dão todas ao mesmo tempo, a médica desmarcou, pois o consultório ficou sem luz por várias horas. Me indicou um corticóide por telefone e iria vê-lo na segunda-feira. No final de semana ele piorou consideravelmente. Nunca vi o Davi daquele jeito, só chorava, nada estava bom, pedia colo, mas no colo queria ir pro chão.

Internação

Estava muito angustiado e eu quase ficando maluca! No domingo liguei para a pediatra que me disse para levá-lo na emergência do Hospital Moinhos de Vento (e não naquela m@#da que eu tinha levado na quinta), pois com certeza ele não estava com otite apenas. Lá ficamos mais de 4 horas aguardando atendimento, pois para fechar o cenário do caos, era a única emergência aberta em Porto Alegre naquele domingo. Como ele, aparentemente, não parecia ter falta de ar, estava corado e sem febre, ganhou prioridade zero e TODO MUNDO foi atendido antes de nós. Até quem saía com diagnóstico de não ter nada foi atendido primeiro. Quando eu estava indo na recepção desistir do atendimento, por sorte (e pela mão de Deus, só pode), chamaram o nome dele. Resultado: otite feia nos dois ouvidos e bronquiolite pelo vírus VSR. Aumentaram a dose do antibiótico e fizeram nebulizações (resgate) com aerolin (eu acho). Daí a saturação (que é a medição da oxigenação do bebê) foi piorando tanto que ele acabou internado e no oxigênio!

Ficamos três dias internados, sendo um deles com aquele caninho no nariz dele que parte o coração de qualquer mãe! Fora a função de nebulização de tempo em tempo e a tal da fisio (que é a aspiração do catarro com caninhos dentro do nariz até a garganta, a pior cena que eu podia ter visto meu filho passar!). Detalhe que ante a superlotação do hospital (e isso que nem estamos no auge do inverno) ficamos a primeira noite inteira internados na própria emergência do hospital, no meio do caos! Pela manhã nos passaram para um quarto na emergência dos adultos, pois foi diagnosticado o VSR e ele precisava de isolamento. Só na segunda de tarde é que fomos para um quarto normal do hospital. Conclusão: Assim que ele ganhou alta, fui direto na creche cancelar a matrícula dele! Ele vai ficar comigo em casa até pelo menos os 2 anos e depois veremos qual plano vamos seguir!

Depois desse susto todo, conversei bastante com a pediatra do Davi (que o examinou logo que ele ganhou alta do hospital) e pesquisei sobre o assunto na internet. A bronquiolite é uma doença viral aguda, que atinge crianças de até 2 anos, que pode ser causada por diversos vírus, como influenza, adenovírus, rinovírus, VSR, etc. Quando causada pelo vírus sincicial respiratório (VSR), ela é mais forte e pode levar a criança para a UTI. Apenas 4% das bronquiolites são causadas pelo VSR e a criança que pega este vírus uma vez, se torna imune à ele (palavras da ped do Davi!). Existe uma vacina para este vírus, mas ela é caríssima e somente é custeada pelo SUS para crianças prematuras que tenham nascido com até 1kg e 500g. Os sintomas iniciais da bronquiolite são febre e tosse seca, que vai evoluindo para chiado no peito e dificuldades para respirar. Achei essa matéria bem explicativa sobre o assunto: http://www.tuasaude.com/bronquiolite/.

Meu aprendizado com isso tudo foi SEMPRE confiar no meu instinto de mãe, mesmo que um médico (principalmente se não for da minha confiança) me disser que meu filho não tem nada! Mãe sabe mais do que todo mundo sobre o filho!
Beijos,
Elis

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Dicas para decoração de chá de fraldas

O chá de fraldas é uma ótima oportunidade para reunir família e amigas e, juntos, curtir esse momento tão especial que é a gravidez, e, de brinde, ganhar muitas fraldas e presentes bacanas! Reuni nesse post algumas ideias de decoração simples e fáceis de fazer e que vão dar um toque especial na sua festa!

Varal de roupinhas do bebê

Você pode fazer um varalzinho de roupinhas para decorar a parede atrás da mesa principal. As roupinhas podem ser de EVA, feltro, papel ou as do bebezinho mesmo! Fica muito lindo!
Fonte: quartodebebe.net

Fonte: tudosimplesedecorado.blogspot.com.br

Esse foi o varal do meu chá de fraldas!

Outras opções para decorar a parede:

Bandeirinhas e borboletas de papel...
Bandeirinhas e borboletas de papel...
Fonte: amareloeouro.com
 Nuvens de papel com arco íris de fitas de tecido em um fundo azul...
Fonte: meudocetheo.blogspot.com.br
 Balões e nuvens de papel...
Fonte: pinterest
 Borboletas de papel penduradas em um galho...
Fonte: pinterest
 Nuvens e pipa de papel em um fundo azul...
Fonte: soloinfantil.com
 As clássicas bandeirinhas: são simples, fáceis de fazer, servem para decoração de ambos os sexos e dão um toque muito bonito na decoração!
Fonte: soloinfantil.com
Enfeites de centro de mesa
As mesas dos convidados não podem ficar de fora da decoração...
Vasinhos de flores com a inicial do bebê em papel (recomendo o papel de scrapbook)...
Fonte: casacomamor.com
 Centro de mesa feito com fraldas, palito e ursinho de papel (você pode substituir o ursinho por outro bichinho ou pelo tema do seu chá!)
Fonte: casamenteiras
 Garrafinhas com pedrinhas coloridas e corações de feltro (amei!)...
Fonte: jomatarazzoatelie.blogspot.com.br
 Cachepot e varalzinho de papel no mesmo tom...
Fonte: pinterest
 Regador com tags...
Fonte: pinterest
 Vasinho com pedrinhas ou pozinho colorido e cataventos...
Fonte: pinterest

Bolo de fraldas

O bolo de fraldas é um item clássico que não pode faltar no chá!
Com florzinhas e sapatinho...
Fonte: beatriz13out.blogspot.com.br
 Moderninho com all stars...
Fonte: caderninhodamamae.com.br
 Com ursinhos (você pode usar os bichinhos da decoração do quartinho do bebê)...
Fonte: charmosoencanto.blogspot.com.br
 Com fitas e sapatinho...
Fonte: coisasdagil.blogspot.com.br
 De castelinho versão menina (amei!)...
Fonte: blog macetes de mãe
 Com corujinha de papel e palha para simular o ninho...
Fonte: blog mil dicas de mãe
 De castelinho versão menino (amei 2!!)...
Fonte: pinterest
 Com borboleta e flores...
Fonte: soloinfantil.com

Lembrancinhas

Pão de mel em forma de nuvem...
Fonte: dicaspramamae.com
 Mini fraldinhas de tecido (você pode colocar guloseimas ou o que achar melhor dentro!)...
Fonte: pinterest
 Nesse modelo colocaram bem nascidos!
Fonte: pinterest
Saquinhos fofos...
Fonte: pinterest
 Caixinhas de acrílico com doces dentro...
Fonte: pinterest
 Aromatizadores personalizados...
Fonte: pinterest
 Saquinhos fofos parte 2...
Fonte: pinterest
 Mamadeiras personalizadas com confeitos...
Lembrancinhas do meu chá!

Quadro de recados

Normalmente as mamãe utilizam livros para os convidados deixarem seus recadinhos para o bebê que vai chegar, mas eu achei estas ideias de quadros muito legais e diferentes:
Roupinhas de papel em um varalzinho...
Fonte: tobarata.com
 Body com nome do bebê...
Fonte: tobarata.com

Espero ter ajudado com essas inspirações! Curta bastante o seu chá e saiba que você fará uma economia tremenda pedindo apenas fraldas de presente (risos)!
Beijos,
Elis