quarta-feira, 6 de abril de 2016

Aplicativos que facilitam a vida das mamães!

Hoje em dia com a evolução digital e o surgimento dos smartphones, o celular passou a ser um grande aliado para que possamos organizar a nossa rotina. Existem aplicativos para os mais diversos fins: para quem está de dieta, para controlar o quanto você corre, para organizar suas fotos, enfim, para tudo que é utilidade que se possa imaginar. Quando iniciamos a vida materna, se adaptar à nova rotina parece ser uma tarefa impossível e, na maioria das vezes, o nosso grande companheiro é o celular, pois passamos muito tempo em casa e, quando o bebê dorme ou mama, é nele que encontramos um ombro amigo para passar o tempo (risos). Eu encontrei alguns aplicativos que facilitaram muito a minha vida depois que o Davi chegou aqui em casa, principalmente nos primeiros meses de caos...Vamos à eles:

Amamenta Bebê

Amamenta Bebê

Este aplicativo é ótimo para controlar as mamadas. Você seleciona qual o seio que está sendo oferecido e cronometra o tempo. Também tem a opção para mamadeira. Se o bebê mama os dois seios fica impossível saber qual foi o último seio que foi oferecido, então esse aplicativo quebra um baita galho. Ele também tem gráficos que avaliam quantas vezes o bebê mamou e por quanto tempo.


Sleep Baby Sleep

Sleep Baby Sleep

Este aplicativo simula diferentes sons: secador de cabelo, máquina de lavar, ventilador, torneira pingando, aspirador de pó e útero da mamãe, tudo para ajudar o bebê a dormir. Aqui em casa o sono do Davi sempre foi um grande problema e o único som que funcionou foi o do secador de cabelo que era o mais alto e forte...Me ajudou bastante nas crises de luta contra o sono!

Mamãe Aplicada

Mamãe Aplicada

Este aplicativo serve para controlar os dados da criança, como altura e peso (exibe as curvas de crescimento), desenvolvimento (você pode adicionar os marcos como primeiros passinhos, primeiras palavras, etc), histórico médico, perguntas para o pediatra e vacinação (ele avisa quais vacinas precisam ser tomadas, mas sempre é bom conferir com o pediatra quais são!). Enfim, é tipo um caderninho de anotações e você pode colocar fotos, é bem legal!

Basicamente são esses três que funcionaram conosco e que eu recomendo! Espero que ajude você também!
Beijo,
Elis

Quais exames de sangue se deve fazer durante a gravidez?

Após a primeira picada de agulha para se fazer o exame de sangue a fim de se descobrir a gravidez, prepare-se para muitas outras picadas que virão pela frente, especialmente se você tiver algum problema na tireoide, como é o meu caso. Além de mensalmente ter feito coletas de sangue para medir minhas taxas de TSH, T4 e T3, fiz dois "grandes" exames, nos quais foram coletados dois tubinhos de sangue.
exames de sangue na grividez

O primeiro foi logo que descobri a gravidez. Nele a obstetra solicitou os seguintes exames:
  • Eritrograma - Análise das células vermelhas
  • Leucograma - Análise dos glóbulos brancos (os que defendem o organismo)
  • Plaquetas
  • Grupo sanguíneo - Para saber o tipo de sangue 
  • Fator RH - se o RH for negativo deve haver uma atenção especial, pois se o bebê for RH positivo podem haver problemas: os anticorpos do seu sistema imunológico podem atravessar a placenta e atacar as células do sangue do bebê, provocando anemia, icterícia ou, em casos mais graves, insuficiência cardíaca ou hepática na criança. O problema recebe o nome de doença hemolítica perinatal, ou eritroblastose fetal.(http://brasil.babycenter.com/a1500561/o-que-%25C3%25A9-o-fator-rh-e-como-ele-afeta-minha-gravidez#ixzz453xtNDUT)
  • Glicose - Para identificar uma possível diabetes.
  • Rubéola IgG - Para identificar se você foi vacinada ou se já foi infectada com rubéola 
  • Rubeóla IgM - Para identificar se você está atualmente infectada com rubéola (o vírus pode causar uma séria de má-formações no bebê)
  • Anti-HCV - Para verificar se você está contaminada com o vírus da hepatite C
  • Antígeno HBsAg- Para verificar se você está contaminada com o vírus da hepatite B
  • Anti-Toxoplasma IgG - Para identificar se você já foi infectada com toxoplasmose (se der positivo não se preocupe, pois isso quer dizer que você já é imune e o seu bebê não corre mais riscos)
  • Anti-Toxoplasma IgM - Para identificar se você está contaminada atualmente com toxoplasmose (você pode ser contaminada pelo contato com gatos de rua ou consumo de carne crua ou mal passada - por isso grávida não pode comer sushi! O vírus pode causar várias má-formações no bebê).
  • Anti-HIV - Para verificar se você é portadora do vírus HIV
  • VDRL - Sorologia de Lues - Para identificar de você é portadora de sífilis
  • Vitamina D - Para verificar se você não está com deficiência de vitamina D (a maioria da população está)
  • EQU - Qualitativo de urina - Para verificar se você não está com alguma infecção urinária que pode ocasionar aborto ou parto prematuro se não tratada!
  • TSH, T4  e T3 - Para verificar se você não está com hipotireoidismo ou hipertireoidismo (existem mulheres que apresentam esse problema apenas na gestação!)
Lá pelos 6 meses de gravidez eu tive que repetir todos esses exames e, como mudei de médica (porque a antiga estaria de férias na época que o Davi estava previsto para nascer), a nova obstetra solicitou três exames a mais:
  • Citomegalovirus IgG -  Para identificar se você está contaminada por este vírus. A infecção pelo CMV durante a gravidez não costuma causar sintomas na mãe, mas é muito perigosa para o feto, pois está associada a um maior risco de má-formações congênitas ou grave infecção nos primeiros meses de vida.
  • Herpes Simplex Tipo 1 e 2 IgG - Para identificar se você é portadora do vírus da herpes oral ou genital. Se você adquiriu herpes simplex antes de engravidar, poderá fazer o parto normalmente. Isto se dá porque durante os últimos meses de gravidez os bebês desenvolvem dentro do útero anticorpos para todas as infecções que suas mães tiveram previamente (e para as quais já possuem anticorpos). Isto protegerá o bebê destas viroses durante o parto e de 3 a 6 meses após o parto – a duração é mais longa quando o bebê é amamentado com leite materno, pois ele possui anticorpos.
    Durante a gravidez, herpes simplex normalmente causa preocupação apenas nos seguintes casos:
    Se a mãe for contaminada (pela primeira vez) durante o período inicial da gravidez. - Como outras infecções, isto pode levar ao aborto;
    Se a mãe tiver os sintomas pela primeira vez durante os últimos meses de gravidez. - Assim ela não teria tempo para desenvolver os anticorpos antes do parto;
    Se o bebê nascer antes de 32 semanas (muito prematuro) - Estes bebês ainda não têm todos os anticorpos e poderão ser contaminados durante o parto se a mãe estiver passando por uma crise. Obs: Nos segundo e terceiro casos existe o perigo de o bebê contrair o vírus, então normalmente o parto será realizado através de uma cesariana. (http://www.entendaoherpes.com.br/herpes-e-a-gravidez)
  • Listeria - Para identificar se você tem ou já teve Listeria. A listeriose é uma intoxicação alimentar causada pela ingestão de alimentos contaminados com a bactéria Listeria monocytogenes. Se contraída durante a gravidez, a infecção pode resultar em aborto espontâneo, nascimento prematuro, infecção grave do recém-nascido ou mesmo natimorto. O meu exame deu positivo para esta bactéria e eu soube disso numa sexta-feira. Nem preciso dizer que quase enfartei até a consulta com a médica na segunda-feira, pois ela estava num congresso e apenas mandou agendar uma consulta para conversarmos. Passado o susto, descobri que na verdade eu já tinha tido esse troço aí e não estava infectada atualmente. Mesmo assim, ela me receitou o uso de um antibiótico por 7 dias. Por isso recomendo a sempre perguntar para o seu médico, antes de fazer o exame, o que significa tudo e quais problemas podem ocorrer a partir de um diagnóstico positivo!
Resumindo, tem uma penca de exame para deixar a gente apreensiva, por isso converse sempre com o seu médico, peça explicações sobre tudo o que lhe deixa com dúvida e claro, se caso aparecer algum positivo para alguma doença importante, antes de se desesperar, verifique se não existe um tratamento para o problema.
Beijos,
Elis

Hipotireoidismo e gravidez

O hipotireoidismo é uma deficiência na glândula da tireoide, que acaba não produzindo hormônios suficiente à necessidade do organismo. Nesse caso, os níveis de tetraiodotironina (T4) estão abaixo do necessário, fazendo com que o metabolismo fique lento e causando cansaço, sonolência, dificuldade de perda de peso, unhas e cabelos quebradiços, etc. A pessoa com hipotireoidismo deve fazer suplementação diária com levotiroxina, normalmente pelo resto da vida.

Hipotireoidismo e gravidez

Hipotireoidismo na gravidez

O hipotireoidismo não tratado pode trazer problemas à fertilidade da mulher e também causar aborto espontâneo. O que acontece, na maioria das vezes, é a mulher ser portadora dessa doença e não ter conhecimento, só a descobrindo após a perda gestacional. Por isso é muito importante iniciar o pré-natal assim que descoberta a gravidez e fazer o acompanhamento certinho. Encontrei um site bem esclarecedor sobre o assunto (http://www.endocrino.org.br/tirando-duvidas-sobre-tireoide-e-gestacao/), vou transcrever o trecho que achei mais interessante:


"Existe uma interação importante entre os hormônios tireoidianos (HT) e os ovários. Assim, receptores tireoidianos, que são estruturas através das quais os HT atuam, são expressos nos oócitos e células da granulosa do ovário. Os HT sinergizam com FSH (hormônio hipofisário que estimula o ovário) para exercer efeitos estimulatórios diretos nas células da granulosa incluindo diferenciação morfológica. Estudos experimentais mostram que o T4 (hormônio da tireoide) é necessário para taxas máximas de fertilizações e desenvolvimento do óvulo fecundado."

Tireoide de Hashimoto

Bom, eu tenho a Tireoide de Hashimoto, ou seja, meu corpo produz anticorpos contra a glândula tireóide, sendo o hipotireoidismo uma doença crônica. Descobri o problema em 2004 e desde lá faço acompanhamento com endocrinologista e uso diário de Puran T4 (o que continuarei fazendo até o meu último dia de vida). Como minha gravidez foi planejada e minha tireoide estava controlada, assim que recebi o positivo marquei uma consulta com a minha endócrino. Nem preciso dizer que com 5 semanas de gestação meus hormônios T4 e TSH já estavam completamente descontrolados (risos). Mas é algo totalmente normal e demorou um mês para regulá-los. Tive que fazer acompanhamento mensal com consultas e exames de sangue para medição dos hormônios.

Minhas doses de Puran T4 foram alteradas com frequência, até após o parto, pois os hormônios da gravidez e da amamentação mexem muito com o corpo. Fiz o tratamento certinho, não faltei em nenhuma consulta e meu bebê se desenvolveu perfeitamente e nasceu vendendo saúde. Portanto, é plenamente possível engravidar e manter uma gravidez tendo hipotireoidismo, basta fazer o pré-natal corretamente e o mais cedo possível e manter o acompanhamento mensal com um endocrinologista.

Beijocas,

Elis

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Quando medicar a febre do bebê?

Febre em bebê

O Davi era um bebê que até o 1 ano e 1 mês de vida teve apenas um episódio de febre na vida, então até o mês passado eu não tinha noção nenhuma de quando realmente eu deveria medicá-lo. Tenho uma conhecida que é alemã e não medica a filha de 3 anos praticamente nunca. A menina não toma vacinas, só toma no máximo homeopatia e já convulsionou por causa de febre alta. Todo mundo, inclusive eu, achava esta mulher uma louca desvairada por fazer essas coisas.

No entanto, após a última consulta com a pediatra do Davi, eu passei a entender a conduta dela. Os europeus, ao contrário de nós brasileiros, apenas medicam em última hipótese. E isto tem uma razão: a febre é o primeiro indício de que o corpo da criança está lutando contra algo que está o ameaçando, seja vírus, germe ou bactéria. Se a gente corre e já sai medicando, não damos tempo do corpo tentar lutar contra este agente nocivo. O sistema imunológico fica fraco. Por isso que qualquer médico só considera febre mesmo quando a temperatura passa de 38 graus. Se a criança está com febre, mas está bem, brincando, comendo, agindo de modo normal, não há porque se preocupar. De outro lado, se ela está com 37,5 (o que não é considerado febre), mas está apática, prostrada, visivelmente desconfortável, ela deve ser medicada.

febre em bebê de 1 ano


Quando devemos medicar a febre do bebê? 

Lembro que tudo isso me foi explicado pela pediatra do Davi, médica que confio cegamente por N razões. Ela me explicou que devemos utilizar do bom senso para medicar a febre. Outra coisa que ela me falou, que me deixou surpresa, é que se o bebê está com febre, mas dormindo bem, não se deve acordá-lo para medicar. Se ele estiver realmente mal, ele vai acordar e reclamar. E é verdade, ao menos com o Davi, não existe nada que o incomode que ele deixe passar em branco (risos). Ah, e você deve estar pensando, e as convulsões? Afinal, uma criança com febre convulsiona rapidinho. Ela me deu uma aula, explicando que a criança convulsiona pelo choque do aumento rápido de temperatura, que é algo normal, não causa sequelas, mas que traumatiza a maioria dos pais.

Resumo da ópera, a lição que eu tirei da aula sobre febre que a Dra. Anice me deu foi que devemos SEMPRE utilizar o bom senso em qualquer situação de febre. Se a temperatura não está alta, mas o bebê está se sentindo mal, medique. Se a temperatura está febril, mas ele está bem, espere mais um pouquinho. Agora, se ele está com a febre alta, estando ou não se sentindo mal, medique para evitar que ele convulsione. Sempre lembrando de seguir o antitérmico receitado pelo seu pediatra, pois existem três tipos de antitérmicos: Paracetamol, Ibuprofeno e Dipirona, e cada um é adequado para um tipo de febre - baixa, moderada e alta.

Espero ter ajudado de alguma forma!
Beijos,
Elis

Decoração de festa de um aninho com tema luau - Faça você mesmo!

No final de janeiro deste ano, o Davi completou o seu primeiro aniversário! Como era época de férias da maioria das pessoas, optamos em fazer a festinha no final de fevereiro. Como não estou trabalhando e o preço de tudo anda um tanto astronômico, resolvi fazer uma festa simples, com poucos convidados, no salão de festas do prédio dos meus sogros, a decoração feita (tema luau) por mim e alguns dos quitutes feitos pela dinda do Davi que é prendada nessas coisas! Deu para fazer uma festinha bem bacana e enxugar bastante os gastos. Vamos aos detalhes:

mesa de aniversário de um aninho com tema luau


Aniversário de 1 ano tema luau!!

Bolo fake: 

Como era um dia muito quente, optei por fazer um bolo fake com eva e deixar na mesa, inclusive com a velinha para cantarmos os parabéns. O bolo verdadeiro ficou bem guardadinho e conservado na geladeira do salão. Comprei três bases de isopor, colei o EVA branco (tentei fazer sem emenda, mas não consegui :( ), colei três flores artificiais e fiz uma carranca com EVA colorido. Até que ficou bonitinho, né?!

festa de um aninho com tema luau

Mesa principal: 

Fiz uma saia havaiana com TNT e colares havaianos para a mesa. No fundo, coloquei uma esteira simples de palha, duas pranchas de EVA e bandeirinhas de EVA com o nome do aniversariante. No teto, coloquei três luminárias japonesas. Os enfeites da mesa foram brinquedos dele mesmo, um macaco de pelúcia com colar havaiano, um minion havaiano, baldinhos de praia (coloquei doces dentro), brinquedinhos de plástico de tomar banho com formatos de coisas do fundo do mar como estrela e carangueijo. As caveiras e kombis com prancha peguei emprestado da decoração do quarto do meu cunhado. Comprei mini luminárias rústicas, letrinhas em mdf e pintei com cores neon, um mini caixote de frutas e coloquei dois abacaxis. Por fim, comprei forminhas de doces em formatos de flores bem coloridas para dar um toque bem havaiano.

festa de um aninho com tema luau

festa de um aninho com tema luau

festa de um aninho com tema luau

Mesas dos convidados: 

Fiz as toalhas com TNT e usei as cores para combinar com as pranchas da mesa principal. Os enfeites de mesa foram de dois tipos: um baldinho com papel crepom simulando um vaso de flores. Coloquei argila dentro e finquei três espetinhos, um com uma florzinha surf, um com uma prancha e outro com uma bolinha escrito #Davi1. O outro enfeite fiz plaquinhas de praias com argila, areia e palitos de sorvete.

Aloha - festa de um aninho com tema luau

festa de um aninho com tema luau

quando 1 aninho com tema luau

Outros penduricalhos de decoração:

Fiz uma guirlanda bem simples com o mesmo tipo de flores artificiais que coloquei no bolo fake, um mural de fotos tipo varal com prendedores e uma lousa que agora virou hit nos aniversários. Essa lousa eu fiz de papel mesmo, um papel mais duro e fiz a moldura com EVA mais grosso.

festa de um aninho com tema luau

Caixa de presentes:

Fiz uma saia havaiana com papel crepom verde e colei em volta. Joguei um colar havaiano e coisinhas de praia e pronto! Bem simples e fácil de fazer!L
lembrancinha  - festa de um aninho com tema luau

Lembrancinhas: 

Fiz com mini garrafinhas de plástico e adaptei as rolhas porque não achei do tamanho. Coloquei confeitos coloridos dentro e fizemos um adesivo com uma foto dele para colar em volta. Ficou tipo aquelas garrafas de mensagem que são jogadas ao mar :)

Peguei todas essas ideias na internet e comprei todas essas coisas em lojas de festa, como Casa das Cestas e Linna (aqui em Porto Alegre) ou então em lojas de 1,99! Ah, esqueci de dizer que para a área externa alugamos uma piscina de bolinhas e um pula-pula (por R$140) e as crianças amaram!

Mais idéias de festa com tema luau

Beijos,
Elis

Com quantas semanas dá para descobrir o sexo do bebê?

11 em cada 10 mamães, assim que descobrem a gravidez, não se aguentam de ansiedade em saber o sexo do bebezinho que está por vir. Se alguém inventasse um exame que revelasse o sexo do nenê, juntamente com o positivo da gravidez, certamente ficaria milionário! No entanto, só é possível descobrir se vem uma guriazinha ou um gurizinho por aí da seguinte forma:



Com quantas semanas dá para descobrir o sexo do bebê?

Quando é possível saber o sexo do bebê? 

  • Após as 9 semanas de gestação com o exame de sexagem fetal - Dizem que o preço é bemmm salgado e que é passível de erro...Eu, na minha humilde opinião, não arriscaria!
  • Após as 12 semanas de gestação no exame de translucência nucal - Esse é aquele exame onde se mede a nuca do bebê para avaliar os riscos de determinadas síndromes. É bem difícil conseguir determinar com precisão o sexo do bebê nesse exame, principalmente se for menina, mas existem médicos com um dom especial que conseguem (risos). Eu fiz o exame com uma médica assim, minha GO a recomendou, e com 13 semanas de gravidez eu já tinha palpite de 80% de chances de estar esperando um menino, o que logo se confirmou!
  • Após as 16 semanas de gestação com qualquer ecografia - Nessa fase o sexo do bebê já está formadinho e basta contar com a sorte de ele ou ela estar com as perninhas abertas na hora do exame para poder começar a montar o enxoval!
O jeito é segurar a ansiedade e aproveitar ao máximo essa fase de descobertas!
Beijocas,
Elis

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Criança que vai para a creche fica mais doente?

Sem sombra de dúvidas, as crianças que vão para creche ficam doentes com mais frequência do que as que permanecem em casa...Tudo isso tem uma explicação bem simples, elas entram em contato direto umas com as outras, colocam os mesmos brinquedos na boca, passam as mãos no rosto/boca/ouvido/olhos uma das outras, enfim, qualquer vírus que uma criança tiver, consequentemente vai acabar passando para a outra. Outro ponto importante, é que nessa fase, normalmente os dentinhos estão nascendo e a gengiva abre um "buraco" para o nascimento deste dente. Este buraco serve de porta de entrada para diversos germes, bactérias e vírus, contribuindo igualmente para mais manifestações de doenças. Por tudo isso, é imprescindível que os pais mantenham a carteirinha de vacinação dos filhos sempre em dia e, claro, que se mantenha o bom senso de não levar a criança doente para a escolinha para evitar o contágio e também, porque uma criança doente precisa repousar em casa, no colinho da família!


Criança que vai para a creche fica mais doente?
Fonte da imagem: robertocooper.com/tag/creche/

Minha experiência com a creche:

Desde que engravidei meu objetivo sempre foi manter o Davi em casa sob meus cuidados exclusivos até pelo menos 1 ano de idade. Apertamos o orçamento e mantivemos essa ideia. Ele nunca ficou doente e eu nunca fiquei tão exausta na vida (mas isso é assunto para outro post). Com 1 ano e 1 mês resolvemos que estava na hora de ele ir para a creche.

Fiz esta opção porque embora soubesse que ele ficaria mais doente, prefiro que ele tenha contato com outras crianças e aprenda a seguir regras, lidar com frustrações e tudo o mais que uma escolinha proporciona. Após dois dias de sucesso na adaptação, ele pegou duas viroses violentas: febre, vômitos, diarréia, catarro esverdeado, o caos total na vida de uma mãe que nunca viu seu filho doente. Para completar a tragédia, eu e o marido também pegamos as duas viroses! Foi bem traumatizante, mas não desistimos da creche.

Agora que o caos passou, vejo como um fator positivo o fato dele ter ficado doente. Óbvio que eu não quero de jeito nenhum ver meu filho doente, mas aprendi a não ficar tão apavorada com certas coisas e a medicá-lo do jeito certo. Agora, recuperado, voltamos à adaptação e ele já está doentinho novamente (coriza e tosse), mas estou tranquila, conversei bastante com a pediatra dele e ficar doente faz parte do processo, afinal ele está arrecém desenvolvendo seu sistema imunológico.

Minha dica é não se desesperar e dar uma segunda chance. Agora, se a criança emendar uma doença atrás da outra, começar a perder muito peso ou ficar com o desenvolvimento prejudicado, um plano B tem que ser analisado, pois existem crianças que realmente têm o sistema imunológico mais fraco e não podem ficar tão expostas!

Beijocas,
Elis